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adriano santtana pop
 

adriano santtana
POP
salvador, BRASIL

Elementos:

Adriano Santtana - Guitarra acústica, Voz Masculina
Fabio Passos - Guitarra acústica
Lucas Mello - Baixo eléctrico
Daniel Lopés - Percussão, Bateria Acústica

Sub-Estilos: Acoustic, Pop/Funk, Soul
Influências: Gilberto Gil e os Mutantes

Homepage: http://www.adrianosanttana.zip.net

AUTOBIOGRAFIA



                                             MINHA HISTÓRIA


          Nasci em Feira de Santana no ano de 1972.

             Minhas lembranças mais remotas sempre me levam à música.

          Cresci rodeado de música: meu bisavô paterno era maestro da Filarmônica da cidade; seu filho e meu tio-avô Naná Vasconcelos é um dos maiores percursionistas da atualidade; meu tio Moisés era mestre da Fanfarra; minha avó Neném tocava na Igreja junto com meus outros tios e primas que formavam o coral. Era uma alegria vê-los ensaiar e eu aprendia todas as letras das músicas, com facilidade. Eu devia ter uns 4 anos de idade.

          Professora Ivone, aos meus 5 anos de idade, resolveu formar uma bandinha na escola. Difícil foi escolher o instrumento que eu iria tocar: interessava-me e conseguia tocar todos! Ela foi a primeira pessoa a perceber a minha habilidade com os instrumentos.

            Fora do ambiente familiar convivi, durante algum tempo, com alguns artistas de um circo que havia se instalado próximo à chácara em que morávamos em Dias D'?vila e que me deixavam brincar com a bateria e os instrumentos de sopro. Diferentemente das outras crianças que queriam ver os palhaços, eu não perdia um espetáculo no interesse de ver a bandinha circense tocar. 

           Aos 10 anos, passando férias numa pequena cidade do interior da Bahia, vi pela primeira vez um trio elétrico, era Moraes Moreira e fiquei alucinado.

          Já morando em Salvador, meu pai me levou para ver o carnaval e ao ver o trio Cheiro de Amor passar veio pela primeira vez o pensamento de ser músico.Compreendi, naquele momento, que o que eu mais gostava era de sons. Era o que eu queria fazer.

          Meu pai, que além de baterista do conjunto "Leopardos", (grupo muito conhecido na década de 60) também tocava clarinete, violão e baixo, me presenteou com o meu primeiro violão e começou a me ensinar. Mostrava os acordes e no outro dia me cobrava a lição. Eu sofria muito quando o meu violão desafinava, pois não conseguia tirar o som que painho havia me ensinado. Quando ele chegava e afinava o instrumento, vinha o alívio por reproduzir exatamente a "encomenda". Treinava repetidamente, na maioria das vezes no escuro, para que eu sentisse o que estava tocando e também para melhorar nos dedilhados.

          Naquela época eu tocava basicamente Roberto Carlos, cujas revistas de músicas cifradas eu comprava nas bancas. Aumentei meu repertório ouvindo e acompanhando as canções do rádio.

          Adolescentes, meu amigo Isaías Póvoas (ex Banda Mavel Soul) e eu começamos juntos o sonho de formar uma banda.Ensaiávamos em sua casa, ele com uma mala de viagem, muito papelão e tampas de panela e eu com o meu violão. A mãe dele, D.Vera, achava muita graça e nos incentivava.

          No colégio, Isaías e eu começamos as nossas primeiras apresentações musicais. Compúnhamos a trilha sonora das peças em que também encenávamos. Era uma bagunça! Resolvemos nos organizar e colocamos um aviso no colégio de que uma banda iria se apresentar no horário do recreio: Isaías batucando com suas baquetas na mesa do professor e eu acompanhando no violão. A garotada se acotovelou para ver o nosso "show" que foi um sucesso.

         Pouco tempo depois, ainda com Isaías e mais Cid Araújo (tecladista de Elpídio Bastos), Guga (percursionista da Dedo de Hulk) e Maurício formamos a Banda Dipraia e começamos a nos apresentar em festivais estudantis, ganhando o prêmio revelação no Colégio ?guia e o de melhor música e melhor arranjo no Colégio Drummond.

        Meu amigo Cristiano, apesar de não participar da banda, acompanhava tudo o que acontecia e era nosso principal crítico e incentivador para que fôssemos em frente.

        Com o final da banda, passei a me dedicar e estudar individualmente. Ouvia de tudo: do jazz à MPB, soul, bossa nova e reggae. O resultado dessa mistura de influências me norteia até hoje.

        Freqüentava muito um bar na Paralela, onde se apresentava o meu amigo Duwhigt (hoje no Banana Chique) e comecei a dar canjas. Não parei mais.

        Certo dia, tocando com Zezinho num bar na Boca do Rio, dois freqüentadores assíduos, seu Antônio e seu José Júlio nos apresentaram a um colega de trabalho da Coelba, Rodrigo Veloso. Entusiasmado, Rodrigo nos convidou para fazer um Terno de Reis numa casa no Rio Vermelho, dali a alguns dias. Esqueceram de nos avisar que a tal casa era a de Caetano Veloso. Imaginem, verde ainda, tocando para Caetano e sua família!

        Voltei a tocar outras vezes em festas da família Veloso, tanto no Rio Vermelho no aniversário de Zeca, quanto em Santo Amaro, na comemoração dos noventa anos de D. Canô, em alguns de Rodrigo, inclusive os de 60 e de 70 anos. saiba mais...

        Freqüentando Santo Amaro da Purificação, conheci bons músicos e compositores e apaixonei-me pela musicalidade do Recôncavo que muito contribuiu para aprimorar meu perfil musical.

        São mais de 10 anos vivendo exclusivamente da música.

        Tenho a felicidade de ser contratado por grandes empresas e de participar de eventos beneficentes e aos poucos vou formando parcerias.

        De bar em bar, hotel em hotel, teatros e praças, vou amadurecendo, fazendo o que gosto, construindo o meu caminho em Salvador e alargando meus horizontes. saiba mais...

         Em fevereiro passado, fiz a estréia da nova banda que me acompanha, no Projeto Domingo no Costa Azul, com boa repercussão.

         Atualmente estou trabalhando na escolha de músicas e arranjos para a gravação do meu CD, que será lançado brevemente. Mas essa é uma outra história...

                                      Aguardem!


                                                                     Adriano Santtana





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Como funciona o sistema de ranking?

fan numero um
fan numero um 2007-06-21
Conheci Adriano há 5 anos em uma festa. Ele pediu a um amigo que nos apresentasse e já no primeiro papo senti uma energia como de uma corrente elétrica. Sua voz doce, suave, sua falapausada e principalmente seu olhar profundo conquistaram meu coração. Ganhei seu CD "Voz no ouvido" e desde aquele dia não parei mais de escutá-lo e tornei-me a sua fâ número 1. Sua voz alegra a minha vida... Adriano Santtana é pura sensibilidde!!! É impossível amar Adriano sem amar a sua música. Pois ele e a música formam um par inseparável. Um todo único e indivisível.
Blues Session Eletric Band
Blues Session Eletric Band 2007-06-20
Parabéns! Gostei muito de vossa musica. Sucesso e muita paz! Adicionem mais! Abraços do Brasil Marcos Batera Blues Session Electric Band marcosbatera_7@hotmail.com
Blues Session Eletric Band
Blues Session Eletric Band 2007-06-12
Super Som! Curti muito! Parabéns e continue assim. Muito sucesso e Paz!!! Abraços do Brasil! Marcos Batera Blues Session Electric Band marcosbatera_7@hotmail.com
Sandra Hurst
Sandra Hurst 2007-06-08
Oi Dri... Tô passando por aqui... Sucesso... Beijos
Mta
Mta 2007-06-04
vim t konvidar a paxarex nu meu palku e k dexex a tua dika xobre ux meux xonx...PAZ...





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