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"Cabeças no ar" - Musical de Carlos Tê
Porto (Portugal) | 26.10.2007 | Coliseu do Porto | 21:30 | €0.00
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SINOPSE


A história de Cabeças no Ar passa-se numa escola secundária classificada no último lugar do ranking nacional, algures na periferia duma grande cidade. Orlando-de-vez-em-quando está condenado a engrossar a estatística do abandono escolar precoce e só vai lá porque gosta de estar com os colegas. Mas não vai às aulas, fica sozinho no recreio. O jardineiro interessa-se pelo seu caso e faz uma petição aos “jardineiros supremos?, um concílio mágico onde se ajudam meninos e meninas sem oportunidades, os patinhos feios da sociedade. Os jardineiros decidem intervir e enviam um professor de português muito especial. A estratégia passa por fazer Orlando descobrir o primeiro amor e, ao mesmo tempo, abrir-lhe a portinhola do espanto.

Mas, para que o novo professor venha, há que fazer desaparecer o titular, que mete baixa. As peripécias para que tal suceda são incidências do dia a dia escolar. Pelo meio, rapazes e raparigas medem forças e o crescente poder feminino faz-se ouvir. Porque, como é sabido, nada é como dantes. Sem esquecer uma visita do ministro da educação que é aproveitada para, em manifestação, se exigir um pavilhão coberto.

... e no FIM, que é rigorosamente feliz, tal como mandam as regras do musical, o amor triunfa. Orlando apaixona-se por Sara, volta às aulas, e escapa às garras da estatística do abandono escolar precoce.



NA IMPRENSA

“Se Portugal se espantou com os talentos vocais de ?dolos, quem vir Cabeças no Ar não vai deixar de se surpreender com as vozes de alguns dos jovens actores seleccionados em audição para interpretar este musical. Os fãs dos Cabeças no Ar podem estar descansados: as canções do grupo estão muito bem entregues.?
Ana Maria Ribeiro, Correio da Manhã

“Calos Tê (texto) queria fazer uma série de televisão; Adriano Luz (encenação) não gosta de musicais clássicos. Mas conseguiram encontrar 18 “miúdos espertos? que sabem dançar e cantar…?
Eurico Monchique, Público

“Adriano Luz, que pela primeira vez trabalha num musical e ainda por cima com tantos miúdos, garante que apesar de eles serem indisciplinados e ruidosos, há uma coisa bestial que é a vivacidade, própria desta idade, que é muito encantatória. O espectáculo vive muito dessa energia.?
Maria João Caetano, Diário de Notícias

“Relativamente ao trabalho final dos 18 jovens actores que dão corpo aos alunos de uma turma, Rui Veloso qualificou-o de espectacular!?
Portugal Diário

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