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SONS DE VEZ! - 5ª Mostra de Música Moderna Portuguesa
Arcos de Valdevez (Portugal) | 19.01.2007 | Auditório da Casa das Artes de Arcos de Valdevez | 23:00 | €0.00
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SONS DE VEZ!
5ª Mostra de Música Moderna Portuguesa
de Arcos de Valdevez
Janeiro a Março de 2007
Auditório da Casa das Artes de Arcos de Valdevez

2007 marca a consolidação deste projecto inovador de contacto com a realidade sonora performativa nacional, que nesta quinta edição alcança novos objectivos e ideias ao aportar uma perspectiva visual adicional: o visionamento de documentários vídeo ligados à realidade musical lusa.
Musicalmente o evento segue uma perspectiva de abordagem “alternativa?, apostando em alguns nomes emergentes e em outros consolidados, mas sempre na perspectiva de cenários “opcionais? e “paralelos?, características e imagens de marca da Mostra desde as primeiras edições.

 

POP DELL' ARTE+ TROPA MACACA
19 de Janeiro, 23h00

 O nome engloba 20 anos. 20 anos de história, 20 anos de pós-punk feito em Portugal, não necessariamente em português, mas também em português, em inglês, em francês, em onomatopeias e em barulhos com a boca de João Peste. São estas as matérias-primas do rapaz para escrever canções. A história de um dos únicos grupos que representou (e continua a representar) em Portugal verdadeiramente o pós-punk e um nome maior da pop portuguesa, um dos poucos grupos verdadeiramente originais deste país.

 Os Tropa Macaca trabalham em improviso sinérgico entre a maquinaria de ju-undo e a guitarra de símio, resultando tal equação humana em fluxos de longas repetições de padrões rítmicos de cariz analógico, impregnadas de texturas abstractas ora de ruído, ora de melodia. Batem-se por uma manifestação de música de dança contemporânea, psicadélica e ímpia.

 

GREEN MACHINE
26 de Janeiro, 23h00

 Este quarteto nortenho pratica um rock’n’roll visceral e “sujo?, onde abundam as guitarras corrosivas e por vezes hiper-saturadas, numa aposta “pós-punk? e “garage? que alcança máxima expressão ao vivo, com um vocalista hiperactivo e uma base sonora inigualável.
 Editaram pela “Lovers and Lollypops? o seu primeiro EP de grande graduação eléctrica em quatro temas gravados por Guedes Ferreira, quase integralmente fora de estúdio (à excepção do som da bateria), numa ambiência natural e fiel aos sons “live?, numa filosofia abertamente assumida de “faça você mesmo?. Enfim, uma aposta a levar muito em conta…

 

LINDA MARTINI
3 de Fevereiro, 23h00

 Foi através do site MySpace, que os Linda Martini disponibilizaram a sua maqueta de estreia, dando a conhecer-se assim a um sem número de potenciais ouvintes. Desde a abertura desse seu espaço na net até ao dia de hoje, a banda já conta com quase 70 mil audições dos seus temas on-line. O novo single Cronófago, ao fim de apenas 2 semanas on-line, já conta com mais de 5000 streamings.
  Após mais de 30 concertos em um ano (dentro e fora de Portugal), incluindo participações em festivais de verão (Super-Bock/Super-Rock e Sudoeste) e actuações em Londres e Irlanda, os LInda Martini regressam aos discos e aos concertos.

 
BORN A LION + IRONIC SPEECH
9 de Fevereiro, 23h00

 "(...) O som é envolvente e o excelente trabalho de produção suporta cada ensejo, vontade ou paixão. (...)A música é tão Rock e a interpretação vocal tão Blues e tão bem conseguida que o que resta fazer é reproduzir (...) os Blues e a Country encontram-se com o Gospel e o resultado é brilhante. A América negra abre, como que flor. E sonhos e encantos e lutas. Entusiasmos exasperantes (...) O desfecho é louvável. O arranque promissor." in RASCUNHO.NET, a propósito dos Born a Lion.

 Os Ironic Speech contam já com 6 anos de existência. A formação é composta por 5 elementos e assume influências variadas desde o punk, heavy metal, grunge, pop rock e, até mesmo, música clássica, que se fundem e exploram o conceito de música rock. Ironic Speech assume um estilo rock musculado com grandes apontamentos melódicos.

 

SUBMARINE
16 de Fevereiro, 23h00

 Indescritível! Não há palavras que possam valer de prova para os novos sUBMARINe ao vivo. Vão vê-los se faz favor! Obrigado.
 Foi com todo este sentimento que ficamos todos no final do concerto de apresentação ao vivo de "The Next Album". Momentos imparáveis de pura adrenalina física e mental, construindo com tudo isto, um concerto perfeito, onde souberam manter do principio ao fim, a mesma linha electro-rock, sempre ao mesmo nível, uniforme, sem altos e baixos.
 Venham mais concertos ao vivo, pois a julgar por este, o verdadeiro valor dos sUBMARINe está por aqui e anda à solta. Apanhem-no! Vítor Pinto in www.fenther.tk

 

MOONSPELL
24 de Fevereiro, 23h00

 Os Moonspell são considerados unanimemente pela cena nacional e internacional como uma das bandas Metal mais importantes e revolucionárias dos anos 90.
 A sua música estrutura-se em diversas influências, sendo as mais importantes do campo do Heavy Metal, especialmente das suas correntes mais subterrâneas, e do Rock Gótico. O resultado musical é uma banda de cunho pessoal, com um som que oscila entre o poderoso e o espiritual, invocando, simultaneamente, ambientes negros e perturbantes, mas também passagens luminosas que elevam o ouvinte.
 Apresentam em Arcos de Valdevez um desafio completamente novo ao seu público tradicional, através de um espectáculo próximo, intimista, onde haverá espaço e tempo para “contemplar? uma outra dimensão do projecto Moonspell.

 

BALLA
2 de Março, 23h00

 Em “A Grande Mentira?, o terceiro disco dos Balla, Armando Teixeira mostra um álbum onde se pode descobrir mais uma das suas 1001 facetas: canta pela primeira vez os 10 temas do disco!
 Considerado um dos melhores compositores, músicos e produtores no activo no nosso país, Armando Teixeira compôs, gravou, misturou e produziu um trabalho individual irrepreensível que se reflecte num disco de canções sem complexos. “A Grande Mentira? é pop, é electrónica, é erotismo, é raiva… Primeiro, porque se apoia no jogo de cumplicidades, de ilusões, de seduções e de concílios, e depois porque tem canções que desafiam, mais uma vez, as barreiras sonoras estilísticas.

 

STOWAWAYS
9 de Março, 23h00

 Acerca das suas influências, a banda refere "ter ouvido muita música anónima... essencialmente CDR´s não identificados...não costumamos apontar os nomes dos intérpretes quando gravamos discos que não são nossos. É uma confusão para encontrar as coisas de que se anda à procura...". Quando confrontados com a necessidade de descrever "Huntclub" de uma forma sucinta, os Stowaways respondem "marialvas-deprimidos/ oprimidos e valsas para crocodilos".
 Para as apresentações em concerto, a banda composta por Nuno Sousa (voz e guitarra acústica), Pedro Gonçalves (guitarra eléctrica), Sérgio Seabra (baixo), João Carujo (bateria), Fred (piano) e João Covita (acordeão), promete "truques de ilusionismo, malabarismo suicida, estilo & substância, emoção & boa vontade e marchas para pés-de-chumbo".

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