Produtor discográfico galardoado e já referido como o guru da música alternativa em Portugal (in Rádio e Televisão de Portugal) ou como produtor de culto do também regularmente referido como local de culto da produção musical alternativa, o AMP studio.
Técnico de som profissional desde 1979 e músico activo desde início da década de 80, participou em concertos no Rock Rendez-Vous ou na Aula Magna com bandas de referência do rock português dos anos 80, como os Croix-Sainte.
Desenvolveu durante esta época e até finais dos anos 90 actividade regular como compositor de música ambiente tendo o seu trabalho sido usado como paisagem sonora para diversas instalações e exposições de artistas plásticos e da área multimédia, como Victor Belém, Mateus Beleza ou Tiago Manuel, entre outros. A sua música percorreu galerias de todo o planeta, entre São Francisco e Lisboa e de Tóquio ao Porto.
Depois de uma passagem pela Rádio Renascença em Lisboa, como primeiro operador de som da RFM instalou-se em Viana do Castelo, onde, até ao presente, tem conduzido a actividade e o destino do estúdio AMP destacando-se com diversas produções discográficas que proporcionaram a diferença aos artistas por elas marcados.
As áreas de produção musical de Paulo Miranda são diversas e abrangem, com sucesso, estilos como o Punk, Rock, Metal, Fado, Folclore (nacional e internacional), Ligeira, Clássica, Experimental, Electrónica, etc.
Assinadas por Paulo Miranda encontram-se produções tão diversas como «A Garagem da Vizinha» de Quim Barreiros (triplo de platina) ou o «Stabat Matter» de António Pinho Vargas pelo Coro e Orquestra Gulbenkian. A produção e gravação de música erudita, Clássica ou Contemporânea, é, para Paulo Miranda, actividade que ocupa percentagem significativa do seu tempo como produtor em gravações regulares.
Produziu também dance-music galardoada com platina, como a dos «Infinite-e» (projecto pessoal que Paulo Miranda acompanhou entre 1993 e 2000) ou discos que mereceram o destaque generalizado da crítica como «7HBT - Seven Heart Beat Tracks» dos d3ö, «Fuck Christmas, I Got The Blues» de Legendary Tiger Man, o album de estreia dos «The Poppers», dois albums listados entre os melhores do ano em 2002 e 2005 para os «The Unplayable Sofa Guitar» ou os três albuns, dois deles considerados pela crítica como melhores do ano em 2003 e 2005 para «Old Jerusalem» sendo o terceiro, «The Temple Bell», disco de 2007 também produzido por Paulo Miranda e classificado em 9º no semanário Blitz e em 3º no site Bodyspace.net . Neste mesmo site os três primeiros lugares da tabela são ocupados por discos gravados, produzidos, misturados ou masterizados por Paulo Miranda.
Em 2008 assinou a produção dos albums de «Rose Blanket», «Madame Godard» e «peixe:avião», entre outros.
Para uma lista e um historial mais exaustivo das actividades de Paulo Miranda como produtor discográfico, técnico de som ou músico, visite o site paulomiranda.eu
J.F.