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Fim do primeiro capítulo.

O primeiro capítulo de Qwentin está prestes a terminar - em breve, será lançado o álbum de estreia, "Première!".

Eis o que, durante estes primeiros três anos, se foi dizendo sobre Qwentin.

 

"Mistério. (...) «Il Commence Ici» tem uma voz a sussurrar qualquer coisa em francês por cima de uma guitarra distorcida. São instrumentais? São canções? Agora Qwentin quer ser um guitar hero, e a sua guitarra chora. Ouvem-se notícias da rádio ou televisão porque o tema se chama «Jornalisma» (sim, com «a»). Depois, em «Nfo Kronikoj», não se sabe se os Blasted Mechanism vieram em sua salvação, mas fica-se todo a tempo à espera que alguém diga «nadabrovitchka» ou coisa parecida. A guitarra continua lá em solos estranhos. (...) 

Pronto ficámos intrigados."

Rita Guerreiro, BLITZ, 20/04/2004

 

"Há uns tempos chegava à redacção do BLITZ a maqueta enigmática dos Qwentin. Chegado o momento da revelação, o mistério adensa-se. Vêm de gravata e de saia e passeiam-se pelo metal progressivo, às vezes com tendências épicas. Mas nem sempre a coisa parece metal, nem sempre parece progressiva. Os Qwentin não fazem nada do que se espera, e está aí o seu mérito."

                   Rita Guerreiro, BLITZ, 27/07/2004

 

"Desafiante é também o adjectivo utilizado para descrever o concerto dos Qwentin, uma banda de inspirações 'tarantinas', cujos elementos vestiam de fato e gravata negros mas no lugar de calças estavam… saias. Temas (deveras curiosos!) como 'Uomo-Tutto', 'Eht Traeg Syee Foh Bhegarinn-Kah' ou 'NFO Kronikoj' cantados nas mais diversas línguas mostram uma sonoridade experimental, criando ambientes soturnos e misteriosos. Uma banda sonora ideal para um filme de suspense."

Hugo Amaral, DIVERGÊNCIAS.COM, 27/07/2004

 

"Os Qwentin, por seu turno, ganharam o prémio 'não sei o que dizer desta mutação prog com Zeppelin no horizonte e vários idiomas no linguajar'."

Mário Lopes, DI?RIO DE NOT?CIAS, 27/07/2004

 

"Teatral, Captain Beefheart, King Crimson, algum gótico, Noir Désir quando se atiram ao francês e 'não acreditem, é tudo verdade'."

Pedro Trigueiro, ROCK SOUND, Outubro/2004

 

"Os Qwentin (…) podem definir-se como uma 'banda de rock progressivo com influências étnicas', numa variedade de ambientes poli-linguísticos. Apresentaram um set-list bem ensaiado, revelando originalidade na composição, actuaram com uma segurança de quem toca em grandes palcos desde sempre. Com a imagem muito própria que os caracteriza, (...) revelaram um potencial enorme"

Bruno Carvalho, TERRA VIVA, 28/07/2004

 

"(…) Esperanto, afegão, indiano, bósnio, italiano, francês, espanhol e português são as línguas de eleição de um grupo que quer assumir-se como europeu e que tem a ambição de ultrapassar as fronteiras portuguesas. Procuram novos idiomas para cada tema, tentando fugir sempre que possível ao inglês convencional.

'Curta-Metragem' foi o nome escolhido para a maquete de dez músicas produzidas pelo grupo – os filhos de Qwentin, como se auto-intitulam – que por enquanto só vai passando no circuito dos amigos.

'Qwentin é como se fosse o nosso pai. É o grande maestro. É quem fala nos concertos. É o narrador e realizador dos nossos filmes. No fundo, somos actores dele. Somos seus filhos', resume Gospodar.

(…)

Nas músicas contam as histórias de Qwentin, um viajante sonhador. Brincam com jogos mentais e com a noção da verdade. São sobretudo curtas-metragens. Desde o 'Uomo-Tutto', a história de um homem que discute com Deus, até 'Jornalisma', em português, uma espécie de aneurisma do jornalismo que deturpa a verdade.

(…)

Vestidos com o rigor do preto, tocam um rock alternativo àquilo que existe (...).'É um som estranho, que a gente espera que, sendo estranho, se entranhe'."

Ana Santiago, O MIRANTE, 29/07/2004

 

"Qwentin (...) já tinha participado na edição do Festival Tejo de 2003. É um regresso merecido, até pela sonoridade peculiar que a banda pratica, propondo um rock a cheirar a progressivo misturado com o envolvimento proporcionado pelas ambiências étnicas que sugerem. Um bom exemplo da existência de bandas nacionais, ainda sem discos editados, com valor e qualidade igual ou superior a certos projectos que já atingiram as 'luzes da ribalta'.

Marco Guerra, LUSO BEAT, Julho/2004

           

"Bastante invulgar, esta banda do Cartaxo, em tudo o que nos apresenta, desde a música, ao conceito e apresentação. Uma proposta interessante para aqueles interessados em sons diferentes, mais eclécticos e sem preconceitos. De facto, não é fácil definir este registo (...). Não parece haver barreiras musicais para a banda, nem mesmo linguísticas, pois as letras são mesmo interpretadas em diversos idiomas. (...) Esta é uma proposta interessante para ouvidos mais insatisfeitos com a actual música de consumo rápido."

Isabel Machado, BLAST, Junho/Julho 2005

 

"00:26. Despedida dos Qwentin: «Não acreditem, é tudo verdade». Confusos? Eles fazem por baralhar. São personagens psicóticas, gostam de ficção e propõem-nos musicar filmes de Kusturica através de uma invulgar forma de abordar o metal / rock alternativo."

BLITZ, 26/Julho/200

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