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Qwentin: Première!
04.11.07A espera chegou ao fim. Não vale a pena olhar mais para trás, recordando o quão custoso foi chegar até aqui: o álbum de estreia de Qwentin estará à venda (nas lojas e on-line) a partir de 15 de Novembro.
Nesse mesmo dia em que "Première!" vê a luz do dia, terá lugar uma festa de lançamento, na discoteca Europa (Cais do Sodré, Lisboa), a partir das 23.59. O Qwentin espera encontrar-vos lá.
Apresentando agora o disco, “Première!” traz 12 músicas/curtas-metragens, narradas em castelhano, inglês, francês, italiano, português, holandês e esperanto. São 12 histórias psi-fi que desconstroem os clichés do dia-a-dia e exploram o sabor desconhecido – essa última fronteira que começa na ponta dos nossos narizes.
Primeiro estranha-se. Depois, estranha-se ainda mais. E descobre-se, nessa estranheza, o conforto da familiaridade.
Produzido por Daniel Cardoso (Head Control System), “Première!” conta com a colaboração especial de Rui Duarte (Ramp) no tema “Mind (the) Thieves” e chegará às lojas através da Raging Planet (http://www.ragingplanet.web.pt/) e da Compact Records.
Alinhamento:
01. Fatalidad!
02. Casualty Friday
03. Il Commence Ici
04. trailer de "Aqui."
05. Uomo-Tutto
06. Jornalisma
07. intervalo
08. Tweestrijd
09. Aqui.
10. N.F.O. Kronikoj
11. Mind (the) Thieves
12. Terrier
12 dias, 12 músicas. Em jeito de antecipação do tão aguardado lançamento, as 12 músicas de "Première!" serão disponibilizadas on-line, uma por dia, a partir das 00:00 do dia 3 de Novembro. Começou a contagem final...
(Os temas estarão disponíveis em: www.myspace.com/qwentin www.soundclick.com/qwentin www.cqfd.com/qwentin www.mp3.com/qwentin www.palcoprincipal.pt/qwentin www.bebo.com/qwentinband ou http://www.ijigg.com/search?s=qwentin )
Fim do primeiro capítulo.
19.10.07O primeiro capítulo de Qwentin está prestes a terminar - em breve, será lançado o álbum de estreia, "Première!".
Eis o que, durante estes primeiros três anos, se foi dizendo sobre Qwentin.
"Mistério. (...) «Il Commence Ici» tem uma voz a sussurrar qualquer coisa em francês por cima de uma guitarra distorcida. São instrumentais? São canções? Agora Qwentin quer ser um guitar hero, e a sua guitarra chora. Ouvem-se notícias da rádio ou televisão porque o tema se chama «Jornalisma» (sim, com «a»). Depois, em «Nfo Kronikoj», não se sabe se os Blasted Mechanism vieram em sua salvação, mas fica-se todo a tempo à espera que alguém diga «nadabrovitchka» ou coisa parecida. A guitarra continua lá em solos estranhos. (...)
Pronto ficámos intrigados."
Rita Guerreiro, BLITZ, 20/04/2004
"Há uns tempos chegava à redacção do BLITZ a maqueta enigmática dos Qwentin. Chegado o momento da revelação, o mistério adensa-se. Vêm de gravata e de saia e passeiam-se pelo metal progressivo, às vezes com tendências épicas. Mas nem sempre a coisa parece metal, nem sempre parece progressiva. Os Qwentin não fazem nada do que se espera, e está aí o seu mérito."
Rita Guerreiro, BLITZ, 27/07/2004
"Desafiante é também o adjectivo utilizado para descrever o concerto dos Qwentin, uma banda de inspirações 'tarantinas', cujos elementos vestiam de fato e gravata negros mas no lugar de calças estavam… saias. Temas (deveras curiosos!) como 'Uomo-Tutto', 'Eht Traeg Syee Foh Bhegarinn-Kah' ou 'NFO Kronikoj' cantados nas mais diversas línguas mostram uma sonoridade experimental, criando ambientes soturnos e misteriosos. Uma banda sonora ideal para um filme de suspense."
Hugo Amaral, DIVERGÊNCIAS.COM, 27/07/2004
"Os Qwentin, por seu turno, ganharam o prémio 'não sei o que dizer desta mutação prog com Zeppelin no horizonte e vários idiomas no linguajar'."
Mário Lopes, DI?RIO DE NOT?CIAS, 27/07/2004
"Teatral, Captain Beefheart, King Crimson, algum gótico, Noir Désir quando se atiram ao francês e 'não acreditem, é tudo verdade'."
Pedro Trigueiro, ROCK SOUND, Outubro/2004
"Os Qwentin (…) podem definir-se como uma 'banda de rock progressivo com influências étnicas', numa variedade de ambientes poli-linguísticos. Apresentaram um set-list bem ensaiado, revelando originalidade na composição, actuaram com uma segurança de quem toca em grandes palcos desde sempre. Com a imagem muito própria que os caracteriza, (...) revelaram um potencial enorme"
Bruno Carvalho, TERRA VIVA, 28/07/2004
"(…) Esperanto, afegão, indiano, bósnio, italiano, francês, espanhol e português são as línguas de eleição de um grupo que quer assumir-se como europeu e que tem a ambição de ultrapassar as fronteiras portuguesas. Procuram novos idiomas para cada tema, tentando fugir sempre que possível ao inglês convencional.
'Curta-Metragem' foi o nome escolhido para a maquete de dez músicas produzidas pelo grupo – os filhos de Qwentin, como se auto-intitulam – que por enquanto só vai passando no circuito dos amigos.
'Qwentin é como se fosse o nosso pai. É o grande maestro. É quem fala nos concertos. É o narrador e realizador dos nossos filmes. No fundo, somos actores dele. Somos seus filhos', resume Gospodar.
(…)
Nas músicas contam as histórias de Qwentin, um viajante sonhador. Brincam com jogos mentais e com a noção da verdade. São sobretudo curtas-metragens. Desde o 'Uomo-Tutto', a história de um homem que discute com Deus, até 'Jornalisma', em português, uma espécie de aneurisma do jornalismo que deturpa a verdade.
(…)
Vestidos com o rigor do preto, tocam um rock alternativo àquilo que existe (...).'É um som estranho, que a gente espera que, sendo estranho, se entranhe'."
Ana Santiago, O MIRANTE, 29/07/2004
"Qwentin (...) já tinha participado na edição do Festival Tejo de 2003. É um regresso merecido, até pela sonoridade peculiar que a banda pratica, propondo um rock a cheirar a progressivo misturado com o envolvimento proporcionado pelas ambiências étnicas que sugerem. Um bom exemplo da existência de bandas nacionais, ainda sem discos editados, com valor e qualidade igual ou superior a certos projectos que já atingiram as 'luzes da ribalta'.
Marco Guerra, LUSO BEAT, Julho/2004
"Bastante invulgar, esta banda do Cartaxo, em tudo o que nos apresenta, desde a música, ao conceito e apresentação. Uma proposta interessante para aqueles interessados em sons diferentes, mais eclécticos e sem preconceitos. De facto, não é fácil definir este registo (...). Não parece haver barreiras musicais para a banda, nem mesmo linguísticas, pois as letras são mesmo interpretadas em diversos idiomas. (...) Esta é uma proposta interessante para ouvidos mais insatisfeitos com a actual música de consumo rápido."
Isabel Machado, BLAST, Junho/Julho 2005
"00:26. Despedida dos Qwentin: «Não acreditem, é tudo verdade». Confusos? Eles fazem por baralhar. São personagens psicóticas, gostam de ficção e propõem-nos musicar filmes de Kusturica através de uma invulgar forma de abordar o metal / rock alternativo."
BLITZ, 26/Julho/200


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